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CARNAVAL, SAMBA, FANTASIAS E UTILIDADE

SAMBA, SUOR, CARNAVAL E DESCONTENTAMENTO

13/02/2020 às 12h16
Por: Pedro Francisco Fonte: Pedro Francisco
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Imagem Ilustrativa
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Não é de hoje que a grita é geral. A população carnavalesca recorre aos cofres públicos para realizar a festa “popular” mais famosa do Brasil. Evidente que nem todos os brasileiros gostam ou apoiam o carnaval, cada localidade tem as suas características e costumes e, nem por essa razão as pessoas deixam de se divertir e brincarem nos dias destinados a folia momesca.

 

Sabemos que com a evolução dos tempos, não se faz mais os carnavais familiares desde a muito tempo. Não podemos mais na atualidade levar nossas esposas, filhas, filhos e crianças para ver os desfiles de carnaval, em razão de cenas e atos de vandalismo e desrespeito que ocorrem, que não coadunam com a educação, costume e modo de viver de cada família. As famílias mais “liberais”, não se incomodam com os carnavais apresentados nos últimos dez (10) ou cinco (05) anos, porém, as famílias mais tradicionais, as conservadoras não aceitam a modalidade de carnaval implantado nesse período citado.

Ocorre, que em diversas cidades do território brasileiro, muitos prefeitos ou gestores, como queiram definir, já descobriram que as apresentações carnavalescas de ruas, lhes trazem mais problemas que alegria a população e sem lucros aos cofres municipais, além de muito trabalho no quesito limpeza, após a passagem de bandas e blocos carnavalescos pelas ruas, que ficam totalmente imundas, onde ali se encontra de tudo, desde os preservativos, absorventes, calcinhas e outros objetos que aqui não devemos citar.

Os prefeitos (Gestores), alegam que o dinheiro que seria dispendido e dado para as escolas de samba e blocos, podem ser melhor utilizado na saúde, no ensino e em outros eventos que as famílias podem participar em maior número sem que estejam expondo os seus familiares a “vexames” e comportamentos que são obrigados a aceitarem por “força” de Lei, Leis que são impostas sem consulta a sociedade, Leis que atendem a determinados seguimentos sociais e que são autodenominadas de “minorias” minorias sociais, que fazem “loby” junto aos ditos também “representes” do povo, para darem um jeito de desviarem dinheiro dos cofres públicos em detrimento de necessidades mais prementes da sociedade.

A cultura brasileira não se prende tão somente ao carnaval, ela pode e deve ser efetivada de outras formas e maneiras, digamos menos “agressiva” aos olhos das famílias brasileiras. A grita dos representes das escolas e blocos está geral, más, será que essas pessoas estão mesmos preocupados com a “cultura”, com a “segurança”, com a “saúde” e outros itens mais importantes para a nossa sociedade?

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