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IPTU/COMPETÊNCIA/IRRESPONSABILIDADE E POUCO CASO

AFINAL, A QUEM CABE A CULPA?

11/03/2023 às 16h13
Por: Pedro Francisco Fonte: Pedro Francisco
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Foto Ilustrativa dos políticos se entendendo a seu jeito
Foto Ilustrativa dos políticos se entendendo a seu jeito

Nos últimos dias, a única coisa mais ventilada, comentada, falada e criticada na Internet e nas redes sociais em nossa capital tem sido em torno do IPTUImposto Predial Territorial Urbano, que é gerido pela Prefeitura Municipal de Porto Velho/Rondônia. Evidente que nós, os cidadãos brasileiros estamos vivendo em tempos atípicos e bicudos na atualidade, tudo o que imaginamos ou vivemos, logo vem alguém nos contradizer, sem ao menos avaliar a situação que está sendo efetivamente discutida.

COMPETÂNCIA: Compete privativamente ao poder público, a prefeitura de Porto Velho administrar os seus impostos municipais, por parte do senhor prefeito, que por sua vez, determina a secretaria ou secretarias competentes, realizarem os devidos levantamentos de cada situação, depois disso, após acurada reavaliação do executado pelas secretarias determinadas, passado e repassado nos devidos canais legais, somente posterior a isso, creia-se, seja encaminhado ao gabinete do prefeito para a devida apreciação e posterior encaminhamento à casa de Leis mirim, para, da mesma forma, avaliar e reavaliar se o Projeto de Lei (fulano de tal), por meio de suas comissões, a estas comissões cabe verificar se está em conformidade com a constitucionalidade, aplicabilidade, razoabilidade  e, mais ainda, o tal do “retorno” político que irá trazer ou não, tanto para o PREFEITO e para os senhores VEREADORES e a transferência do benefício a população.

IRRESPONSABILIDADE:  A tal de IRRESPONSABILIDADE, vem caminhando a passos largos e rapidamente na Câmara Municipal de Porto Velho/Rondônia, Assembleia Legislativa de Rondônia, Câmara Federal e no Senado da República, esse evento não vem sendo praticado de agora, já se faz muitos e longos anos que a tal de IRRESPONSABILIDADE campeia os nossos políticos, seja mm suas falas, seus atos e ações, em especial em favor da população que os paga muito bem e estes, devolvem um serviço prestado à população de baixíssima ou nenhuma qualidade.

POUCO CASO: O pouco caso com que são tratadas as pessoas no Brasil é uma covardia. Os políticos, a princípio, de forma constitucional são eleitos para representar a sua população, cada um em suas respectivas casas legislativas ou executivas em qualquer parte do território brasileiro. Infelizmente, os nossos eleitores votam com a “paixão” ou em troca de benefícios imediatos, que naquele momento, pode até atender aos seus anseios ou necessidades, no entanto, em um futuro próximo, o eleitor que age dessa forma percebe que sua (as) necessidades não era somente àquela e começa a surgir os questionamentos e cobranças, inclusive sobre o político que foi eleito sem o seu voto, pois, aquele em que ele sufragou na urna eletrônica, sequer foi eleito, de tão ruim que era.

Não tenho aqui a PROCURAÇÃO para defender prefeito, vereador, deputado ou senador da república, cada um responde por seu CPF, como já dizia um ex-governador “porra” louca de nosso estado, que felizmente ou infelizmente não vai mais se reeleger a nada em nossas plagas, porém, cabe aqui uma defesa intransigente do senhor prefeito Hildon Chaves, não que ele não tenha a sua parcela de “culpa”, evidente que a tem, em razão do excesso de “confiança” que, ultimamente vem depositando em certos assessores, chefes, diretores e pessoas que o rodeiam e o ficam “bajulando” com certas coisas que somente servem para “massagear o ego”, na prática, isso não o ajuda em nada, muito pelo contrário. Se faz necessário que sejam revistos certos procedimentos administrativos, alguns remanejamentos em setores estratégicos e, que sejam cobrados resultados que gerem dividendos à população e à administração pública em seu geral (Prefeito, Vereadores, Deputados estadual, Deputados federal e senadores), coisa que não está sendo observada pelos envolvidos no “imbróglio/pendenga” do famigerado caso do IPTU do ano de 2.023. Agora, cada um quer tirar o seu da reta e deixar apenas um deles pagando o “ônus” da “incompetência” geral, como se essa pessoa fosse a única culpada de o “tiro” dado no pé haver saído pela “culatra.

Pense nisso.

 

 

       Pedro Francisco

Jornalista 1.297-RO/BR

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